segunda-feira, 11 de maio de 2026

Novamente, o Velho Conservadorismo Revisitado

 

Infelizmente, por denúncias falsas anônimas, acabei perdendo minhas contas de Princesa no Instagram e Facebook e tem sido uma luta árdua para recuperar. E quanto a essas questões, tenho feito com outros o que fizeram comigo, denunciado coisas infames. E eu nada fiz, apenas postei um comentário erótico, com relação a prática de eu ser passiva em uma brincadeira com mulher. Algum/a infeliz denunciou dizendo que "eu ofereci serviços de prostituição pela internet". Jamais! Escrevi para o Meta, explicando tudo, mas me desabilitaram as contas sem investigar. Nunca fui uma garota de programa. Depois, postei uma imagem de banda de Rock fetichista, da década de 1980, chamada Bitch, álbum Be My Slave, e chamei pessoas para me adorarem como sua domme, nada mais. Foi uma brincadeira, uma chamada até inocente, sem foto de nudez ou explícita. Gostaria muito de descobrir a pessoa infeliz, e tirar satisfação e até tomar medias legais.

Sem contar uma outra questão que estou tentando resolver,  e tem sido desafiadora, já que o mundo tem andado bem doido, como diz o título em português de um filme clássico "Este Mundo É Um Hospício", dirigido por Frank Capra. O enredo é maluco, porém, o personagem principal descobre que sua família é mais maluca do que ele imaginava. 

Sim, e analisando o mundo atual, a religião, vemos que ele é mais maluco do que sempre pareceu. Continuam a bater na mesma tecla, que o Rock é música do mal, e desta vez, uma religião ou caminho espiritual que considero e até sigo, mas sem nomes. Não é porque sou crossdresser e um tanto empolgada eroticamente, que não sigo alguma prática espiritual, porque me acalma, me faz bem e me ajuda em uma questão que enfrento na vida. Aí, vejo isso, algumas denúncias de farsas, que não tenho como negar, diante das evidências, e que a frase "contra fatos não há argumentos" é totalmente verdadeira.

As pessoas só podem ser mesmo muito infelizes e moralistas. Evitando falar nomes, o termo "moral" sempre me causou asco, primeiro por causa da nefasta disciplina de horrendos tempos, idolatrados por néscios, em que havia a matéria escolar de educação moral e cívica. E curioso que todo "moralista", em qualquer época, é um podre que oculta suas mazelas. Principalmente nos tempos atuais. Ele faz escondido tudo aquilo que condena nos outros ou até pior. 

Aí, um livro sobre Raul Seixas, em que tem sua identidade um tanto disfarçada, levanta comentários sobre o fato de ele ter sido maluco. Sim, ele era assumido. E outros moralistas insanos falam que os hippies cultuavam o sexo e as substâncias psicoativas, e asneiras afins. A finalidade era libertária, de tirar o sexo da condição de pecado, da repressão que a sociedade e as religiões oficiais o colocaram e reabilitar a sua função como fonte de prazer e bem estar. Porém, sempre surgem os idiotas repressores. E as substâncias psicoativas, como cannabis e LSD visavam ajudar a induzir visões e experiências mais sutis e espirituais, sim, além de desencaretar os indivíduos. Engraçado que muitos as condenam, mas usam álcool e tabaco em grande quantidade. O álcool é livre, e sabemos o mal que causa, basta ver estatísticas. O tabaco industrializado contém grande quantidade de veneno. E quanto à questão erótica, duvido que as pessoas sejam tão santas assim. A velha história da família tradicional heteronormativa, em que o homem de família tem amantes, casos extraconjugais, ou então, sai escondido para ser passivo para travestis ou outros homens. Sempre ouvi falar muito disso, e está cheio, vejo na internet. Sei onde descobrir.

Enfim, as pessoas ficam condenando, excluindo hippies e outros alternativos, roqueiros, como se fossem santas e perfeitas, e estão longe disso.

Daí, seguem-se outras questões que tenho visto, vão em páginas e comunidades de pessoas liberais e ficam postando impropérios, dizendo que "elas não vão para o céu". Que céu, hein? Ainda acreditam nessa lorota? E como se fossem os amigos mais íntimos de Deus, e conhecessem o mais profundo de seus pensamentos. E recebem respostas rudes na medida de sua arrogância e ignorância. Tenho até visto pessoas estudiosas e simpáticas ao assunto, dizendo que a religião adoece as pessoas. Cerca de 2000 anos de uma certa religião oficial e o mundo não melhorou, não alcançamos a santidade que eles pregam.

Acho que se as pessoas não curtem alguma coisa, não é certo condenar, excluir, demonizar. Não gosta de pessoas LGBTQIAPN+ ou da união homoafetiva? Simples, não é obrigado/a a casar ou se relacionar intimamente com alguém do mesmo gênero. Muito menos obrigado/a a frequentar uma casa liberal. Costumo dizer que "quem desdenha quer comprar". Falam tanto contra, que provavelmente a vontade de fazer deve ser grande, e se escondem atrás da fachada do moralismo. Todo moralista, na verdade, é um depravado que se esconde. Há casos de pessoas tidas como respeitáveis envolvidas com pedofilia e coisas afins.

E aí, tudo vai para o universo BDSM, ficam condenando, ao invés de procurar entender e estudar sexualidade humana, dentro da Psicologia e mudar a visão preconceituosa. Não gosta de fetiches e BDSM? Simples, não faça, mas não fique condenando e demonizando os outros!

Vi algo semelhante à antiga (ou seria um tanto atual) patrulha anti Rock. Agora, com relação a um gênero musical moderno, que não gosto, não ouço e não recomendo. Tem um cidadão convertido perseguindo uma artista desse gênero, provavelmente porque ele quer aparecer e conseguir seguidores e fãs. A questão acabou indo parar na justiça, pelo que vi. Posso não gostar da música e da artista, mas eu jamais faria isso.

Sobre a questão do Rock, falei, porque em vez de se preocuparem com isso, não se engajam em lutas mais importantes? E citei que não é só no Rock que existem ou existiram pessoas que consomem substâncias tidas como ilegais. Estou lembrando de inúmeros casos aqui, de pessoas ricas, herdeiras, da TV, do cinema, e até amigos de um famoso dono de restaurante de antigamente, este último na TV, dizendo que impedia seus amigos e conhecidos de cheirarem cocaína no restaurante dele.

E seria ótimo, porém não entendo o porquê, que essas pessoas não fazem vídeos se manifestando contra a misoginia, o feminicídio, os abusos contra crianças, a pedofilia e os casos de maus tratos e torturas contra animais. Talvez não renda tanto engajamento quanto falar mal de Rock e bancar o moralista. Deve ser  isso. Porém, as questões que eu citei são muito mais urgentes e importantes, me parece.

Little Kisses da Roberta Monique Vermont. 

Novamente, o Velho Conservadorismo Revisitado

  Infelizmente, por denúncias falsas anônimas, acabei perdendo minhas contas de Princesa no Instagram e Facebook e tem sido uma luta árdua...